É um desastre o pronunciamento do ainda ministro Eduardo Pazuello. O general fala sobre um país que não existe com dados que não fazem sentido.
Dudu, como é chamado pelo amigo Jair Bolsonaro, disse que o Brasil “pode se orgulhar” do combate à pandemia, que o sistema de saúde não entrou em colapso e que o Ministério da Saúde faz tudo o que pode para ajudar estados e municípios.
Apresentou (mais) um cronograma fantasioso de entregas de vacinas. A planilha, que muda a cada dia, inclui oito milhões de doses, já em março, da indiana Covaxin, entre outras entregas virtualmente impossíveis.
Pazuello chegou a afirmar que 88% dos grupos prioritários serão vacinados até abril – algo como vacinar 50 milhões de pessoas nas próximas seis semanas.
“Não é nossa obrigação (cuidar da distribuição de oxigênio)”, disse Pazuello, entre outras sandices.

