A interlocutores, Arthur Lira afirmou que assimilou “o golpe” de o presidente não ter escolhido ninguém da lista de sugestões de sua base de apoio para o Ministério da Saúde.

Lira chegou a se manifestar publicamente na defesa da médica Ludmilla Hajjar, com quem Jair Bolsonaro conversou duas vezes, para para ministra. O presidente acabou escolhendo o médico Marcelo Queiroga, próximo do presidente e da ala ideológica de seus apoiadores.

Política, disse o presidente da Câmara, não se faz com o fígado. Seus interlocutores entenderam que a cobrança da fatura virá depois.