Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira, prometeram ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que vão deixar caducar a medida provisória que restabelece o auxílio emergencial. O governo pretende publicar outra MP nesta terça-feira.

A manobra deixará o controle do texto com o governo e evitará aumentos de valores e prazos do auxílio, como quer a oposição. No ano passado, o Congresso mexeu muito na proposta do Executivo ao elevar valores, período de pagamento e número de beneficiados.

Se não for votada em 120 dias, a medida provisória perde efeito, tempo suficiente para pagar o novo auxílio segundo o plano de Guedes.