A visita dos pastores evangélicos ao presidente Jair Bolsonaro, na segunda-feira, serviu para eles pedirem a derrubada do veto contra o perdão de dívidas tributárias de igrejas. Eles também oraram e defenderam a escolha do ministro da Justiça, André Mendonça, para a vaga do ministro Marco Aurélio Mello no Supremo Tribunal Federal. 

O lobby deu certo. A Câmara derrubou nesta tarde o veto que isentava as igrejas do pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e multas pelo seu não pagamento.

A representação do Senado na sessão conjunta do Congresso Nacional também precisa aprovar a derrubada do veto, mas os líderes do governo, a pedido de Bolsonaro, trabalham para seguir o que ocorreu na Câmara.

Segundo o Ministério da Economia, a arrecadação pode perder R$ 1,4 bilhão.