Os senadores da oposição e independentes trabalham com o consenso de que é melhor que não se prorrogue a CPI da Pandemia por mais três meses a partir de agosto, quando se encerra seu prazo regimental.

Caso haja a necessidade de alguma extensão do prazo, o grupo avalia o acréscimo de duas ou no máximo quatro semanas. A grande preocupação é que dê tempo para analisar o volume de documentos e informações entregues à comissão.

O receio dos senadores é que, ao fim dos trabalhos, o relatório não tenha impacto porque, acreditam, o cronograma de vacinas vai avançar, deixando na cabeça da população a percepção de que o assunto ficou extemporâneo.