A resposta do ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal, sobre o caso da Emanuela Medrades, autorizando a sua prisão em flagrante caso continue a se recusar a responder perguntas na CPI da Pandemia, mira também no empresário e lobista Max Francisco Emerson Maximiano, o Max, dono da Precisa Medicamentos.

Fux confirmou em conversa por telefone a integrantes da comissão por telefone, inclusive ao presidente Omar Aziz, os limites de seu habeas corpus, objeto de consulta formal na manhã desta terça-feira, 13, da CPI ao STF. Sua resposta sairá por escrito em breve, conforme adiantou o Bastidor.

Max conseguiu um HC no final de junho, pouco antes de prestar depoimento à CPI da Pandemia, para poder ficar em silencio na CPI. Desde então, os senadores preferiram adiar seu depoimento.

A resposta de Fux delimitando os limites do silêncio dos investigados pela comissão servirá para deixar mais objetivo e consistente qualquer novo pedido de prisão do presidente Omar Aziz no caso de recusa de resposta aos senadores.