Senadores da CPI da Pandemia estão prontos para tratorar o grupo do lobista Francisco Emerson Maximiano, o Max. Eles estão municiados com elementos suficientes para extrair o máximo possível do lobista, que depõe amanhã (quarta), e da diretora da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades, que volta a depor daqui a pouco (terça à noite).
Os dois têm direito a permanecer em silêncio nas perguntas que possam incriminá-los. Mas precisam falar nas questões não pertinentes à investigação.
Os senadores acreditam que essa latitude de interrogatório é suficiente para explorar as suspeitas de corrupção no caso Covaxin. Também apostam que Emanuela e Max podem rachar – e acabar criando contradições em suas versões dos fatos.

