Senadores da CPI da Pandemia avaliam pedir ao Supremo Tribunal Federal revisão da ordem que garantiu o silêncio a Francisco Emerson Maximiano, o Max, dono da Precisa Medicamentos.

A empresa indiana Bharat Biotech, fabricante da vacina Covaxin, rompeu o contrato de representação que tinha com a Precisa sob a alegação de não ter assinado dois documentos enviados ao Ministério da Saúde. Os senadores acreditam que houve fraude.

O STF concedeu o direito a Max ficar calado em seu depoimento à CPI, mas a data ainda não foi definida. O mais provável é a audiência ocorrer no início de agosto.

No fim desta sexta-feira 23 de julho, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que foi comunicada pela Bharat Biotech do rompimento do contrato com a Precisa. Diante desse fato, a Anvisa vai reavaliar os pedidos da Precisa relacionados à Covaxin e adotar as medidas pertinentes.