CPI da Pandemia já tem uma dia para encerrar os trabalhos: 17 de setembro. A data foi discutida na noite desta segunda-feira, 16, numa reunião de seus integrantes.
O Bastidor tinha adiantado, no início de agosto, que o encerramento dos trabalhos em setembro vinha sendo discutido pelos senadores que consideravam já haver esgotamento dos esforços.
Na avaliação dos parlamentares, levar os trabalhos de investigação até novembro, seu prazo regimental, causaria esgotamento do tema. Para os membros da CPI, o avanço da vacinação nas pessoas tem feito o público perder interesse nos trabalhos da comissão.
A partir de agora, a comissão vai se concentrar em fundamentar o relatório do senador Renan Calheiros.
Hoje, terça-feira, 17, os senadores ouvem o auditor do Tribunal de Contas da União Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques, suposto autor do “estudo paralelo” segundo o qual metade das mortes confirmadas no Brasil por Covid-19 não teria ocorrido.
Os dados sem fundamentação foram usados pelo presidente Jair Bolsonaro para criticar governadores, que adotavam medidas de restrição.
Nesta quarta-feira, 18, após o cancelamento da acareação entre o ministro Onyx Lorenzoni e o deputado Luís Miranda, a comissão decidiu ouvir Túlio Silveira, representante da Precisa Medicamentos.
No dia seguinte, também sobre a Precisa, a CPI vai ouvir o lobista Francisco Emerson Maximiano, dono da empresa responsável pela importação do imunizante indiano Covaxin.

