O presidente da Câmara, Arthur Lira, passou o início da semana tentando articular com líderes de bancadas acordos para colocar em votação no plenário a reforma tributária.

Além da dificuldade com as lideranças, estados e municípios fazem pressão contra as mudanças propostas. Empresários também têm feito lobby contra a votação da reforma nos moldes em que Lira quer levá-la ao plenário.

O texto é relatado pelo deputado Celso Sabino, que fez quatro versões do texto em dois meses.

É a segunda vez que Lira tenta votar a matéria. Antes do recesso parlamentar, ainda em julho, o presidente da Câmara tentou fazer avançar. Mas não conseguiu.

De lá para cá, nada mudou, mas a reforma está pautada para 15h.

Entre outras coisas, Sabino alterou a alíquota do Imposto de Renda de Pessoas Jurídicas, que terá uma redução de 8,5 pontos percentuais, passando dos atuais 15% para 6,5% em 2022. Na versão anterior, estava prevista uma segunda redução em 2023, para 5,5%.