A CPI da Pandemia desistiu de avançar nas investigações sobre a influência milícia na gestão de hospitais federais do Rio de Janeiro. O entendimento é que falta tempo para avançar e que poderia haver um desvirtuamento do foco da comissão.

O tema foi levado à comissão no depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel. O Bastidor publicou em junho que o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, apesar de não ter tratado disso quando esteve na CPI, chegou a ser ameaçado pela milícia por trocar nomes da gestão da saúde pública federal no estado.

Pelo mesmo motivo, Mandetta também recebeu críticas públicas do senador Flávio Bolsonaro.

O relator da CPI, Renan Calheiros, ainda avalia se trata ou não, ainda que superficialmente, do tema em seu relatório.