A CPI da Pandemia pediu ontem que Kassio reconsidere decisão que impediu a quebra dos sigilos fiscal e bancário de assessor do Ministério das Comunicações Mateus de Carvalho Sposito. Ao barrar a decisão dos senadores, o ministro indicado por Jair Bolsonaro ao STF disse que as teses do colegiado para suspender os segredos são “amplas e genéricas”.

Sposito é acusado pelos senadores de fazer parte do gabinete do ódio. Agora, a CPI argumenta que quebras de sigilo de peixes mais graúdos do governo, como os ex-ministros Eduardo Pazuello e Ernesto Araújo, foram mantidas anteriormente pelo STF.

Diz a CPI: “A decisão agravada merece ser reformada […] já que suficientemente fundamentado, com evidências relevantes de envolvimento do impetrante com os fatos investigados, sendo a transferência dos sigilos telefônico e telemático medida necessária e adequada para o prosseguimento das investigações”.