Alexandre de Moraes autorizou, além de buscas e apreensões contra a Aprosoja, que a PF adotasse “todas as medidas necessárias” para verificar a existência de cômodos secretos no endereço da entidade. O ministro também permitiu que os policiais fizessem “busca pessoal” caso houvesse “fundada suspeita” de que os investigados estivessem escondendo algo.

A Aprosoja foi alvo de operação da PF e teve suas contas bloqueadas após pedido da PGR, que viu indícios de financiamento a atos antidemocráticos pela entidade.

E não foi apenas Moraes que subiu o tom em suas decisões. A subprocuradora Lindôra Araújo disse no pedido de prisão contra Wellington Macêdo que o “abominável discurso” do jornalista contém “ameaças contra o Estado de Direito”, além de “ultrapassar todo e qualquer limite”.