Após o fim da CPI da Pandemia, senadores independentes e oposicionistas darão maior atenção para fiscalizar a operação Pés de Barro, na qual a PF investiga a compra de remédios de alto custo no Ministério da Saúde durante a gestão de Ricardo Barros (2016-2018). Estão de fora desse especial interesse Omar Aziz e a base governista.

O Bastidor já mostrou que a CPI pretende acusar Jair Bolsonaro de 11 crimes e enviar seu relatório a diversas autoridades, a depender do foro de cada indiciado, para fazer com que o tema continue em voga até o fim desse ano.

A medida também visa a contornar a inércia de Augusto Aras, que tem sido duramente criticado por sua postura passiva frente a Jair Bolsonaro, segundo uma fonte ligada aos senadores da CPI.