A aliados, Rodrigo Pacheco disse que pretende aprovar a reforma tributária ampliada para usar como cartão de visitas de sua capacidade de diálogo e articulação política.

A ideia do presidente do Senado é tocar adiante a reforma articulada no Congresso, que tinha como relator o deputado Aguinaldo Ribeiro. Lira desistiu, preferiu fatiar e ir aprovando mudanças cosméticas.

Pacheco quer tocar a unificação de impostos e abarcar outras mudanças, como a reforma no Imposto de Renda.

O primeiro passo para a se viabilizar como candidato alternativo ao ex-presidente Lula e ao presidente Jair Bolsonaro é se filiar ao PSD. Como mostrou o Bastidor, a troca oficial de partido deverá ocorrer na próxima quarta-feira, 27 de outubro, em Brasília.

Pacheco quer também, antes de se anunciar candidato a Presidência da República, articular alianças.

Ao comunicar sua saída do DEM (União Brasil) a ACM Neto, o presidente do Senado fez questão de dizer que sua saída não é um rompimento e que as portas para uma aliança no ano que vem deveriam ficar abertas.

Pacheco gostaria de ter a nova legenda, junção do DEM com o PSL, ao seu lado.