Por 8 x 2, o STF decidiu suspender os pagamentos previstos via emendas de relator. Com isso, até o julgamento do mérito da questão, nenhum valor pode ser pago por meio dessas transferências – em data ainda a ser definida, a corte julgará se esses pagamentos são ou não legais.
Seguiram a relatora do caso, Rosa Weber: Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Ricardo Lewandowski. A divergência ficou por conta de Gilmar Mendes e Kassio Nunes Marques.
Rosa e Cármen citaram a falta de transparência desses pagamentos e seu uso para escolher favoritos no Legislativo como motivos para interromper os pagamentos que mantém a política de Jair Bolsonaro no Legislativo. Já Gilmar e Kassio defenderam que o modelo apenas precisa de ajustes, como maior publicidade sobre os pagamentos.
Kassio foi um pouco mais bondoso com o Centrão que o levou ao STF ao exigir a transparência apenas a partir do ano que vem.

