Que ninguém espere do presidente do PSDB, Bruno Araújo, motivação para ajudar a possível candidatura de João Doria ao Planalto. A interlocutores, Araújo deixou claro que as feridas deixadas pelas tumultuadas prévias são profundas.

Doria sabe disso. E desde já começou a articular para eleger um candidato para chamar de seu para o comando do partido a partir de maio de 2022, quando se encerra o mandato de Araújo e, efetivamente, começam as disputas eleitorais.

Para impor seu candidato, o governador de São Paulo vai utilizar o argumento de que precisa ter o controle da legenda para disputar a Presidência da República, a exemplo do que teve Geraldo Alckmin em 2018 e Aécio Neves, em 2014.

Diante dos interesses declaradamente contrários, a relação será, daqui por diante, protocolar.