Para surpresa de ninguém do setor, sobrou apenas uma empresa no leilão do Conselho Nacional de Justiça para se adequar à LGPD: a ISH Tecnologia, do Espírito Santo. As demais concorrentes foram desqualificadas.

Como o Bastidor informou, o valor do contrato é mais estratégico do que financeiro. Os profissionais da empresa contratada terão acesso potencial a dados críticos do Judiciário brasileiro.

O modelo também abre um precedente aos demais órgãos públicos, que ainda não sabem como lidar com o tratamento necessário a seus dados – nem conseguem, em sua maioria, protegê-los adequadamente, seja por falta de orientação, seja por falta de recursos.

A reportagem apontou que o edital era restritivo em demasia para uma verdadeira concorrência, apesar das argumentações do CNJ.

A ISH deve formalizar o contrato com o CNJ nos próximos dias.