O presidente Jair Bolsonaro está certo de que a guerra entre Rússia e Ucrânia é uma boa oportunidade para o seu projeto de reeleição.
O presidente sabe que haverá impactos econômicos no Brasil e, com a desculpa de que o governo não pode esperar passivamente os problemas chegarem, determinou aos seus líderes, na Câmara e no Congresso (no Senado, Eduardo Gomes, líder do governo no Congresso, e Flávio Bolsonaro, filho do presidente, fazem as vezes de líderes), que trabalhem para aprovar os projetos de interesse do governo.
O Bastidor informou que Bolsonaro determinou a Paulo Guedes apresente novos projetos para movimentar a economia. Dois deles já estão prontos para anúncio, o saque de mil reais do FGTS e crédito para micro e pequenos empresários.
Nesta terça-feira, 8, para fugir de uma derrota no Congresso, o presidente decidiu que o governo vai distribuir absorventes íntimos para mulheres pobres.
O presidente também está inquieto com o preço do combustível.
Ele está convencido de que a política de preço da Petrobras está equivocada, onerando a classe média e as classes populares, que sentem o preço do combustíveis de maneira indireta no valor dos alimentos e até no da energia elétrica.
A aliados, Bolsonaro tem dito que, se antes o governo não podia gastar, agora, com a guerra ameaçando a economia brasileira, é urgente o governo atuar sobre a economia.

