Os diretores da Aneel Sandoval de Araújo Feitosa e Efrain Pereira da Cruz travam uma intensa batalha pela chefia da agência.
A única opção para um deles continuar na Aneel é a indicação à diretoria-geral. Ambos já foram reconduzidos aos cargos que ocupam e seus mandatos terminam neste ano – Sandoval em maio e Efrain em agosto.
Efrain tem o apoio da indústria do gás, a mesma que garantiu as termelétricas na privatização da Eletrobras. Sandoval tem a benção e o capital político de Ciro Nogueira (ambos são do Piauí). O ministro da Casa Civil garante que emplacará seu aliado, apesar das articulações em favor de Efrain. Sandoval é querido no PP.
O vencedor dessa disputa substituirá André Pepitone. O atual diretor-geral, que deixa o cargo em agosto deste ano, é servidor de carreira da Aneel e foi diretor da agência por dois mandatos. Não pode mais ser reconduzido ao posto.

