Johnny Saad, presidente da Band, foi homenageado ontem (terça), num almoço em São Paulo. Entre os convidados, apenas a elite (política e econômica) do país, com direito a ex-presidente, ex-ministro de corte superior e de Estado, ministro do Judiciário e políticos de diversos partidos, como PSDB e MDB. Nas conversas, a terceira via.

Era de se esperar que, num encontro como esse, João Doria fosse o candidato natural – ou preferido, ao menos. Mas não foi o que se viu. Houve certa preferência por Eduardo Leite e Simone Tebet.

O problema com o tucano envolve as pesquisas. Doria é muito querido pelo grupo que participou da festa de Saad, mas continua com 2% das intenções de voto. Isso tem desanimado quem acredita na viabilidade de sua candidatura. Quem gosta de Sergio Moro também disse não levar muita fé no pré-candidato.

Leite e Tebet foram bem cotados porque são desconhecidos pela maioria da população, o que reduz bastante a rejeição. Outro ponto favorável a ambos é o perfil de uma possível candidatura da dupla: um jovem chefe de Executivo e uma experiente parlamentar de estados importantes em população e dinheiro.

A união dos dois foi uma teoria discutida no evento, com o governador na cabeça de chapa e Tebet como vice.