O presidente do PSB, Carlos Siqueira, ouviu uma resposta atravessada de um aliado petista, durante a cerimônia de filiação de Geraldo Alckmin, por já ter defendido que o PT faça autocrítica sobre os casos de corrupção dos governos de Lula e de Dilma Rousseff.
O aliado sugeriu que o PSB comece admitindo em sua autocrítica as denúncias envolvendo Eduardo Campos, morto em 2014, durante a campanha eleitoral para presidente da República.
Campos, principal nome da legenda depois de seu avô, Miguel Arraes, apareceu em delações como beneficiário de propinas milionárias de construtoras que atuaram na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, onde foi governador, e por outras obras no estado.
A denúncia, que nunca foi adiante por causa de sua morte, é tema tabu no PSB.

