O ex-presidente Lula avaliou com o PT ainda no domingo, 10, que não precisa mudar seu esquema de segurança após o assassinato do petista Marcelo Arruda por um apoiador do presidente Jair Bolsonaro.

Bastidor informou ontem que a sua proteção já vinha sendo montada antes do crime e que, nos últimos eventos públicos de que participou, Lula usou colete à prova de balas.

Toda a segurança de Lula foi pensada pelo general da reserva Gonçalves Dias antes do crime e, por decisão de Lula, fica igual até que uma nova avaliação que indique a necessidade de alteração.

Lula é protegido por agentes da Polícia Federal – uma equipe a que tem direito como ex-presidente e outra a que tem direito como candidato – e por seguranças privados contratados pelo PT.