Tão logo o Tribunal Superior Eleitoral anunciou o afastamento do coronel Ricardo Sant’Anna do grupo indicado pelas Forças Armadas para fiscalizar as eleições, interlocutores do Ministério da Defesa recorreram a jornalistas para dizer que ele já seria substituído.
A versão era de que a demora na troca do coronel só ocorreu porque a Defesa ainda não havia encontrado alguém para substituí-lo no trabalho.
Sant’Anna foi afastado por ter divulgado fake news contra a confiabilidade das urnas eletrônicas.
Sobrou ainda para o ministro Edson Fachin, presidente do TSE. Segundo as fontes militares, ele “perdeu a oportunidade” de estabelecer uma “interlocução”. A versão é a mesma disseminada pelo ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira.
Nas conversas, os militares ligados ao governo reclamaram novamente que falta “deferência” do TSE com as Forças Armadas.

