Há outra campanha eleitoral em curso no país, longe dos radares públicos. Em ritmo menos acelerado e mais discreto, Rodrigo Pacheco já trabalha por sua recondução ao comando do Senado a partir de 2023.
Ele já começou as conversas, jantares e almoços para sondar interesses das outras legendas em determinadas comissões. Esta sondagem é essencial para chegar a um acordo.
Pacheco vai intensificar viagens pelo país após o primeiro turno, em 2 de outubro. Conta com o apoio do PT, após ter participado das negociações com Lula em Minas Gerais, onde seu PSD se coligou aos petistas.
Neste momento, o presidente do Senado identificou no MDB a maior resistência para a sua recondução. A bancada emedebista quer voltar ao comando da Casa em de 2023, mesmo com a perspectiva de eleger menos senadores.

