A China está sem embaixador no Brasil desde o fim de fevereiro e assim ficará por mais alguns meses. O sucessor de Yang Wanming só será anunciado ou enviado para Brasília depois de março de 2023, de acordo com quem negocia com o o governo chinês.
Não há informações sobre nomes cotados para o posto. Ao contrário do que se imagina, o governo chinês não demonstra preferência por Lula ou Bolsonaro, apesar dos constantes ataques do presidente e de seus filhos e seus apoiadores contra a segunda maior economia do mundo.
Representantes da China no Brasil e empresários com boa interlocução com o governo chinês reafirmam constantemente que o foco do país asiático são as relações bilaterais que perduram há décadas, independente do ocupante da Presidência da República.
Enquanto nada é definido, a responsabilidade por atos pontuais fica com o ministro conselheiro Li Qi, terceiro na linha decisória do Ministério de Relações Exteriores chinês.

