O rei da Bahia, ACM Neto, finalmente será alvo de uma investigação, mas não pelos contratos suspeitos que abundaram em sua gestão na prefeitura de Salvador e continuaram com Bruno Reis, seu sucessor e aliado. O candidato do União Brasil ao governo da Bahia terá que explicar suposta propaganda eleitoral antecipada.
O pedido partiu do PT, que está bem atrás nas pesquisas de intenção de voto, e foi aceito por Samir Cabus Nachef Júnior, procurador regional eleitoral auxiliar. Além de ACM Neto, dois perfis nas redes sociais também serão investigados. São eles: Governador Soberano e ACM Detona.
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