A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, teve de apagar uma postagem no Twitter por ordem do ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do Tribunal Superior Eleitoral. No texto, ela acusava Jair Bolsonaro de ser o “mandante” do assassinato de um eleitor petista por um apoiador seu, em Mato Grosso. A decisão liminar foi tomada nesta sexta-feira pelo ministro, que viu dano à honra do presidente.

O crime foi cometido em 7 de setembro deste ano. Agressor e vítima eram colegas de trabalho e começaram a brigar por divergências políticas. Rafael Silva de Oliveira, apoiador de Jair Bolsonaro, disse à polícia que deu um soco em Bendito Cardoso dos Santos, que apoiava Lula, após ter sido agredido.

Oliveira afirma que Santos teria puxado uma faca, mas ele a tomou e o esfaqueou. Depois, foi buscar um machado e matou Oliveira.

Esse caso levou Gleisi a afirmar: “Conversei com o irmão do Benedito Cardoso dos Santos, barbaramente torturado e assassinado por um bolsonarista em MT. Vamos acompanhar juridicamente o caso para q o assassino seja punido. Mas queremos da justiça eleitoral providências para o mandante do crime: Jair Bolsonaro”.

Leia a decisão: