Jair Bolsonaro terá que fazer suas costumeiras lives das ruas de Brasília. Benedito Gonçalves, corregedor-geral Eleitoral, proibiu o presidente de realizar suas transmissões em quaisquer prédios públicos ou com bens do erário.

O pedido foi levado ao Tribunal Superior Eleitoral pelo PDT, que viu abuso de poder político nas lives presidenciais – Bolsonaro prometeu tornar diárias essas transmissões durante o período eleitoral. A campanha de Ciro Gomes levou como exemplo do crime eleitoral do presidente um vídeo em que ele chama o vídeo de “horário eleitoral gratuito”.

A frase foi suficiente para Benedito afirmar ser “patente, portanto, que o fato em análise é potencialmente apto a ferir a isonomia entre candidatos e candidatas da eleição presidencial”.

“A destinação de bens e recursos públicos em favor do candidato à reeleição [Bolsonaro], especialmente a residência oficial do Presidente, redunda em vantagem não autorizada pela legislação eleitoral ao atual incumbente do cargo”, complementou o corregedor-geral eleitoral.

Leia a decisão proferida neste sábado (24/9) pelo ministro Benedito Gonçalves: