O PL entrou no rol de alvos de Alexandre de Moraes. O ministro decidiu ontem (28) incluir o partido em investigação por atos contra as instituições e já exigiu hoje (29) que a sigla diga quanto gastou, com quem gastou e quais foram os termos do contrato para elaboração do documento vazado pelo partido para colocar as urnas eletrônicas em xeque.

Moraes quer toda a informação que o PL tiver sobre o documento de mais de 100 páginas porque considerou as acusações do partido “fraudulentas e atentatórias ao Estado Democrático de Direito”.

A investida de Moraes é mais uma da Justiça para asfixiar o PL pelo embarque da sigla no discurso golpista de Jair Bolsonaro. Já há no Tribunal Superior Eleitoral uma investigação idêntica em andamento a mando de Benedito Gonçalves, corregedor-geral eleitoral – o ministro deu hoje prazo de 24 horas para o PL se explicar.

O Bastidormostrou que Valdemar Costa Neto tenta se esquivar do golpismo com papel timbrado do PL para não se queimar em Brasília. Noticiou também que Jair Bolsonaro vê o jogo duplo como traição e cobra do dono do partido que abrigou sua candidatura mais adesão às mentiras sobre as urnas.

Leia o despacho proferido por Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, exigindo informações ao PL: