O segundo bloco do debate continua tenso, com trocas de acusações e ataques focados em Lula e Jair Bolsonaro. Apesar de um primeiro bloco cheio de direitos de resposta, este último teve mais debates. Mas isso não significa propostas.

Candidatos se revezaram nas perguntas sobre emprego, meio ambiente, economia. Quando podiam falar, falavam de seus sonhos sem dizer como os colocariam em prática. Os que chegaram mais perto disso foram Simone Tebet e Ciro Gomes.

A senadora defendeu um agronegócio que proteja o meio ambiente. O pedetista lembrou de seus feitos na educação do Ceará para mostrar que creches integrais ajudam no desenvolvimento cultural e econômico.

Lula ficou com o passado – como tem feito durante desde que decidiu se candidatar. Ficou falando dos empregos que criou, de como cuidou da Amazônia e de como o Brasil cresceu. Futuro, nada.

Bolsonaro continuou defendendo seu governo, falando da redução no preço dos combustíveis, da inflação acumulada neste ano para mostrar que a economia vai bem e de como distribuiu (às vésperas da eleição) dinheiro à população.

Soraya e Padre Kelmon continuaram seus debate sobre quem é mais de direita e quem quer ir para o inferno. D’Avila continuou na dele, um pouco pró-bolsonaro e defendendo o liberalismo.