O terceiro bloco do debate presidencial desta quinta-feira (30) foi menos tumultuado que os anteriores. Segundo Soraya Thronicke, ela até fez um “bate-bola”com Simone Tebet – de quem foi aluna de Direito – quando falavam sobre educação e defendiam a privatização de estatais.
Teve até proposta. Ciro Gomes mostrou os problemas dos financiamentos estudantis criados no governo do PT e tentou apresentar uma solução para o problema: quebrar o monopólio dos conglomerados educacionais. Lula rebateu citando (novamente) o passado.
Para Jair Bolsonaro, foi o bloco do orçamento secreto. O presidente passou o penúltimo trecho do debate dizendo que não tem como acabar com orçamento secreto nem governar sem o centrão. Jogou a responsabilidade para o colo das senadoras Tebet e Thronicke.
Padre Kelmon continuou sua catequese, quis até cristianizar a imprensa. Quando não, relacionava doutrinação sexual e crianças.

