Finalmente houve debate no debate de hoje dos presidenciáveis. Mas não sem susto. Os embates iniciais foram uma disputa entre quem pediu, quem deu e quem fez.
Jair Bolsonaro jogou na cara de Soraya Thronicke que demitiu indicados da senadora na Funasa e no Ibama por incompetência. Ouviu da adversária que ambos saíram por não compactuarem com rachadinha. A discussão terminou com o presidente divulgando a campanha de Capitão Contar ao governo de Mato Grosso do Sul.
O MS continuou na pauta com Lula e Simone Tebet disputando a paternidade do estado. Tebet apertou o ex-presidente com obras da era petista nunca entregues. Lula rebateu lembrando-a do apoio (político e financeiro) que deu ao estado e aos aliados da candidata.
Daí em diante é que o debate realmente andou. Habitação, privatização, educação, meio ambiente e até pacto federativo.
Ciro Gomes quer “privatizar”o Banco Central, acabando com a influência das grandes instituições financeiras, e incentivar a economia verde no pantanal, na Amazônia e outros biomas.
Simone Tebet reforçou sua proposta de bolsas de estudo de 5 mil reais para estudantes após o fim do ensino médio.
Luiz Felipe D’ávila defendeu a descentralização do poder acumulado em Brasília.
Até Lula largou um pouco o passado. Quer apostar na exploração sustentável da biodiversidade das matas brasileiras e prometeu criar o “Ministério dos Povos Originários”.

