Apesar de ser considerado um vencedor pelos aliados, Jair Bolsonaro não gostou de ter chegado atrás de Lula e só gostou da eleição de aliados seus pelo país. Disse que novamente lhe passaram a perna, a exemplo de 2018, e a eleição de seus indicados Brasil afora é prova de sua teoria.

Bolsonaro estava certo de que venceria no primeiro turno ou, no mínimo, chegaria à frente na apuração dos votos no primeiro turno. Para ele, houve “problema aí”.

É fato que seus aliados foram bem nas urnas. Damares Alves, sua ex-ministra, foi eleita para o Senado pelo Distrito Federal. Ainda na capital federal, Bia Kicis foi a deputada federal mais votada.

Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro, em São Paulo, foram muito bem. Eduardo Pazuello, o mais votado no Rio de Janeiro. No Espírito Santo, um antigo aliado seu retorna ao Senado, Magno Malta.

Esses são só alguns exemplos de como seu bolsonarismo saiu das urnas, porque ele citou ainda Onyx Lorenzoni e Tarcísio de Freitas, que chegaram em primeiro em seus respectivos estados.

Até o fechamento desta nota, o presidente não havia se prenunciado sobre o resultado das urnas.