Carlos Bolsonaro, o filho zero dois, fez falta a Jair Bolsonaro no estúdio no debate da Globo. Coube ao ex-ministro Fábio Wajngarten fazer o papel de seu preposto no estúdio.
Carlos Bolsonaro pediu a Wajngarten que cobrasse o pai para ir além das frases de efeito, como a que chama Lula de “abortista”, que acusa Lula de não defender a família ou “pare de mentir”, que tanto repetiu no primeiro bloco.
Disse que as frases funcionavam para o Twitter, mas não ajudavam muito na edição de vídeos para as redes sociais. É por isso que no terceiro bloco o presidente passou a utilizar um pouco mais as colas, tentando ir além disso.
O filho do presidente pediu atenção a Wajngarten às oportunidades de pedidos de direito de resposta. Bolsonaro emplacou menos deles que Lula.
Reclamou que o pai perdeu tempo demais no primeiro bloco insistindo na história de que a campanha de Lula mentira sobre o fim do décimo terceiro, de férias e de horas extras.
Bolsonaro estava pautado para explicar o assunto – e não conseguiu – no primeiro bloco, tentando colocar uma casca de banana ensaiada. Mas, como Lula não caiu, o presidente só conseguiu explicar a história no terceiro.
A interlocutores da campanha, Carlos reclamou dos auxiliares no estúdio com Bolsonaro. Eram Fábio Faria, Fábio Wajngarten e Sergio Moro.

