O PSD é o mais um integrante da equipe de transição do governo de Lula. Além de algum ministério, o partido de Gilberto Kassab quer garantir o apoio de Lula e do PT à reeleição de Rodrigo Pacheco no Senado.
O PSD já indicou o deputado federal Antonio Brito (BA) para a equipe de transição. Há outros nomes sendo considerados, como os deputados federais André de Paula (PE), Marcelo Ramos (AM) e Marcelo Calero (SP), além de Felipe Santa Cruz, ex-presidente da OAB.
Um dos entraves ao projeto é a vontade do senador Renan Calheiros, do MDB, emplacar seu filho, o ex-governador de Alagoas Renan Filho, como candidato. Seria um caso ímpar, de senador que assume e já concorre à Presidência da casa. Mas Renan pai é aliado de Lula há anos e foi fundamental na campanha.
Fontes do PSD disseram ao Bastidor que há chance de integrar a base do futuro governo Lula. Mas ainda não há proposta na mesa, segundo um importante integrante da sigla.
O PSD é um partido estratégico para Lula e Alckmin, pois tem a segunda maior bancada do Senado, com 11 integrantes, além de 42 deputados federais.

