A ideia do governo eleito, de regionalizar os preços dos combustíveis, virou piada na Petrobras. Fontes do alto escalão da empresa afirmaram ao Bastidor que a proposta destoa da realidade.

Uma delas explicou ser impossível praticar preços diferentes pelo país porque isso criaria bolsões, principalmente nas cidades localizadas próximas a fronteiras estaduais, de cartéis de postos de gasolina e distribuidoras.

Outro interlocutor da estatal detalhou que os principais gastos das distribuidoras – transporte e refino do combustível, além da mão de obra – têm diferenças mínimas entre regiões, afetando os preços em 5%, no máximo; tudo isso antes do lucro dos postos. “Isso é coisa de quem não sabe fazer conta”, satirizou.