O presidente eleito solicitou a seu cerimonial e ao do Tribunal Superior Eleitoral que deseja que sua diplomação na segunda-feira, 12, seja mais objetiva, sem os coquetéis prolongados e cumprimentos extensos que marcaram sua primeira eleição.
Cauteloso com sua segurança, Lula prefere uma diplomação sem grandes festividades, controlada. Quer deixar a festa para a posse, quando haverá um grande esquema de segurança e apoiadores na Praça dos Três Poderes e Esplanada dos Ministérios.

