Lula cedeu à pressão petista e tirou o Programa de Parceria de Investimentos (PPI) da estrutura do Ministério da Fazenda e o transferiu para a Casa Civil.

Havia pressão para que a política não ficasse na Fazenda, que tem como secretário-executivo Gabriel Galípolo. Ele comandou o Banco Fator, especializado justamente em processos de privatização e PPI.

O partido de Lula pressionou o presidente eleito a colocar o programa sob a guarda petista. A Casa Civil será comandada pelo ex-governador da Bahia Rui Costa.

Apesar da rejeição petista, Galípolo é um nome de confiança de Fernando Haddad, futuro ministro da Fazenda.