O Senado aprovou nesta terça-feira o decreto editado pelo presidente Lula que estabeleceu intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal depois dos ataques terroristas às sedes dos Três Poderes, em Brasília. Assim como aconteceu ontem, na Câmara, a votação foi simbólica, ou seja, sem contagem dos votos.

Mesmo assim, 8 dos 81 senadores votaram contra – entre eles, Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro. Os outros sete foram Luis Carlos Heinze (PP), Eduardo Girão (Podemos), Styvenson Valentim (Podemos), Carlos Portinho (PL), Plínio Valério (PSDB), Carlos Viana (PL) e Zequinha Marinho (PL).

Agora, o decreto será publicado no Diário Oficial. Os parlamentares não tinham poder para alterar os termos do decreto de Lula; poderiam apenas aprovar ou rejeitar a íntegra. A intervenção federal vale até o dia 31 de janeiro.