Citada por Valdemar Costa Neto como uma possível candidata a presidente em 2026, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro gostou da política. Sua ida ao Senado, para pedir votos por Rogério Marinho, é uma tentativa de construir interlocução.

Nesta quarta-feira (1º), Michelle esteve no Senado e tentou ajudar Marinho, do PL, na eleição. Não deu certo. Ele perdeu. Nem ela saiu de lá como líder das direitas.

Mas, ao circular por entre os novos e veteranos parlamentares e defender a eleição de Marinho, ela se apresentou a senadores e disse que, mesmo sem mandato, quer trabalhar pelas mulheres e pelas pessoas com deficiência.

Dizia sempre que representava o marido, mas não disse quando ele voltará ao país, nem quais são seus planos políticos.

Michelle prometeu voltar ao Congresso para conversar com senadores e deputados. Prometeu se aproximar da bancada feminina das casas. No Senado são 11 mulheres; na Câmara, 91.

Michelle afirmou a interlocutores que pretende viajar o país este ano para recrutar mulheres e incorporá-las ao PL e à política.