Na pauta do encontro entre os presidentes dos Estados Unidos e do Brasil consta a discussão sobre como conter, sem resvalar nas liberdades individuais e coletivas, ações radicais – principalmente da extrema-direita – para enfraquecer as democracias.

A expectativa é que Lula e Joe Biden concordem em envolver outros países com democracias liberais, sobretudo na Europa, no que consideram ser uma luta internacional.

A avaliação é que, de modo geral, a extrema-direita tem tido sucesso por meio de redes internacionais em transformar o discurso radical em ações terroristas para tomar o poder.

É possível que haja troca de informações nas investigações sobre personagens comuns em ações do dia 6 de janeiro de 2021 no Capitólio e do dia 8 de janeiro de 2022 em Brasília. Mas não só.

O governo brasileiro vai sugerir que países democráticos discutam um arcabouço legal capaz de garantir a liberdade de expressão, ao mesmo tempo que monitore grupos radicais internacionais que financiam e transmitem conhecimento.