Enquanto afasta militares de cargos civis do governo, Lula adotou a estratégia de fortalecer as Forças Armadas institucionalmente para se aproximar. Sua intenção é aumentar o orçamento dos militares para o equivalente a 2% do PIB até o fim do mandato.
O percentual é o que a OTAN estabelece a seus membros como ideal. Embora não seja membro da organização, o Brasil quer aumentar seu gasto com os militares para reequipar as forças.
Atualmente, as Forças Armadas contam com um orçamento que fica em 1,2% do PIB e, segundo o que determinou Lula aos ministérios da Fazenda e do Planejamento, o percentual vai aumentar gradualmente até chegar a 2%.
Lula também receberá dos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica um projeto com investimentos prioritários.

