Um dos seguranças de Jair Bolsonaro, o policial militar Max Guilherme Machado de Moura foi um dos presos na Operação Venire realizada nesta quarta-feira (3) pela Polícia Federal. Ele trabalha há uma década com o ex-presidente, que o conheceu por meio do policial Fabrício Queiroz.
Segundo fontes próximas à família Bolsonaro, Max Guilherme, um sargento reformado do Bope da PM do Rio de Janeiro, passou a atuar na segurança do então deputado por indicação de Queiroz, uma espécie de faz-tudo de então.
Ao ver o antigo faz-tudo de Bolsonaro cair em desgraça, não apenas o ex-presidente se afastou do amigo. Max Guilherme também – o que, em muitos momentos, fez com que Queiroz o xingasse a aliados próximos.
Numa desses, como mostrou a jornalista Juliana Dal Piva do UOL, o ex-faz-tudo de Bolsonaro reclamou em vídeo do segurança do ex-presidente que dizia ter gratidão apenas a Deus por ter conhecido o então deputado, ignorando Queiroz.
“Tem que agradecer a Deus mesmo, Max. Por ter me conhecido, por eu ter te ajudado a ser policial e ter te pegado pelo braço e te dado esse emprego junto ao presidente. Mas é mérito seu que você é leal. Agradeça a Deus e ao Queiroz. Mentiroso”, reclamou Fabrício Queiroz.

