Adiada a votação do projeto de lei das fake news na Câmara, a preocupação do governo agora será voltada para o arcabouço fiscal do ministro Fernando Haddad (Fazenda). O objetivo é concentrar forças no projeto e abrir caminho para a reforma tributária.

A avaliação da articulação do governo é que, mais cedo ou mais tarde, os deputados vão se debruçar sobre o tema das fake news. A conta é que, às vésperas de um ano de eleição, os parlamentares serão pressionados a dar uma resposta.

Além das novas regras fiscais, o governo também vai focar em manter o controle da CPMI dos atos do 8 de janeiro. A exemplo do projeto das fake news, a CPI do MST será tratada como tema de interesse, mas sem serem temas prioritários.