O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, gostou de ser tratado como presidenciável durante a viagem a Nova York, para um evento que envolveu economistas e empresários.

Na avaliação de seus interlocutores, o governador mineiro deixou claro que, se houver condições políticas, trocará o Novo por outro partido para disputar a Presidência da República em 2026.

Valdemar Costa Neto tenta convencer Zema a migrar para o PL (aqui e aqui) e fazer a campanha de 2026. Segundo seus aliados, Zema resiste porque prefere esperar que o futuro de Jair Bolsonaro clareie.

Ao contrário do colega governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, Zema não poderá concorrer à reeleição e, sem questões de lealdade envolvidas, poderia disputar uma eleição com Bolsonaro. O problema é que ele acredita que a prioridade do PL continua a ser Bolsonaro.

Para os políticos presidentes ao evento, como Arthur Lira e Ciro Nogueira, do PP, além de Michel Temer, do MDB, e Eduardo Leite, presidente do PSDB, a chapa dos sonhos da próxima eleição presidencial incluiria, além de Zema, o Republicanos numa frente da direita democrática contra uma candidatura da esquerda.