Segundo pessoas de maior convívio com Lula, o presidente tem sentido dores frequentes no quadril e na perna em decorrência de uma artrose no fêmur. Apesar disso, ele decidiu adiar a cirurgia do início do mês para o final de junho, depois de seu retorno ao Brasil.

O presidente vai na semana que vem a Roma, ao Vaticano e a Paris. Ele pediu o adiamento da operação porque, admitiu a interlocutores, precisava ajustar a articulação política.

Na sua volta, como já informou o Bastidor, Lula pretende deixar a agenda internacional com o vice-presidente, Geraldo Alckmin, até agosto, quando pretende retomar as viagens. Neste período, vai se dedicar a se recuperar e aos temas internos.