Investindo pesado em sua recondução a partir de outubro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, andou relembrando a interlocutores petistas com acesso a Lula seu histórico com o PT.
Nas últimas décadas, Aras foi próximo ao PT. Tinha boa relação com próceres do partido na Bahia, seja na política, seja na comunidade jurídica.
A despeito de ter arquivado 104 pedidos de investigação contra Jair Bolsonaro, como informou o UOL, ele diz só ter feito o seu trabalho, garantindo “estabilidade institucional” ao país.
O mandato do procurador-geral da República termina em setembro. Lula já indicou que poderá não escolher da lista tríplice do Ministério Público, como fez em seus primeiros mandatos.
Aras se movimenta não exatamente para ser escolhido, mas para influenciar na escolha de um aliado, alguém que não levante problemas de sua gestão na PGR.

