Durante o governo de Jair Bolsonaro, sempre que o lobby dos jogos precisava chegar ao então presidente contava com a ajuda do filho zero um, senador Flávio Bolsonaro. O outro caminho era pelo empresário Meyer Nigri, entusiasta da legalização do setor no Brasil com acesso ao Palácio do Planalto.

No governo Lula, o lobby dos jogos tenta fazer chegar recados a Lula por meio de Edinho Silva, prefeito de Araraquara e um dos petistas da atual geração mais próximos do presidente, e por meio do ex-ministro José Dirceu.

Até agora, não deu muito certo. Segundo auxiliares, Lula levou a melhor com um terceiro personagem: o ministro Fernando Haddad (Fazenda), que vê na cobrança de impostos dos jogos, especialmente das bets, uma oportunidade para arrecadar mais.