Fontes próximas à família de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, disseram ao Bastidor que a defesa do militar pretende esperar a saída de Augusto Aras do comando da Procuradoria-Geral da República para tentar uma aproximação.
O mandato de Aras se encerra no dia 26 de setembro, depois de ser conduzido duas vezes à chefia da PGR pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
A proximidade foi vista pela família Cid como motivo para o órgão se manifestar contra a homologação do acordo de delação do ex-ajudante de ordens com a Polícia Federal.
Os últimos movimentos da PGR foram no sentido de rejeitar que a investigação contra Bolsonaro no caso das jóias fique no Supremo Tribunal Federal, já que ele está sem mandato.

